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Era 2018!

Como assim Ana? Falar antes de 2018, sem ter acabado 2017 parece não ser das melhores ideias. 

E aí galera, como vocês estão? Para planeja o futuro você deve se atentar ao passado e não cometer os mesmo erros. Estou refletindo muito sobre 2017. Foi um ano que passou tão rápido para mim que mal acredito que na próxima quarta-feira já estaremos em novembro. Isso mesmo! Já se passaram DEZ meses, foi tão rápido para vocês também?

Analisando a rapidez com que o ano passou, acredito que acabei dormindo umas cinco mil horas desse período. Isso porque eu não estava inserida nas coisas que eu realmente gosto. Imagine só, você sai de uma inércia para entrar em outra. Foi mais ou menos o que aconteceu comigo.

Eu fiquei olhando esse blog durante dias, pensando no que escrever e como escrever sobre todas as minhas ideias, todas as coisas que eu vivo e aprendo diariamente, mas eis que só hoje, meses depois, a ideia caminhou até meus pensamentos.

Decidi escrever sobre a prática. Desde que comecei o blog em 2015, me apeguei a minha escrita subjetiva deixando sempre um tom de incerteza e de mistério sobre o que eu estava escrevendo. Algo como “do que ela está falando?”.

Refletindo muito sobre o conteúdo presente na internet hoje, percebi que há uma vasta gama de informações, mas as informações que realmente são importantes e interessantes voam por aí. Constatei isso por experiência própria, ao pesquisar sobre coisas cotidianas e não achar NENHUM conteúdo que fosse realmente prático.

Enfim, sem muitas delongas, tentarei dizer que serei objetiva, mais que subjetiva (meus poemas e histórias ainda merecem ser postados, rs). E, que talvez isso se torne um diário maluco sobre as coisas em que me meto na vida.

Agradeço todos que ainda acompanham, que sempre curtem as coisas que eu posto. Muito feliz pela presença de vocês!

Com muito amor,

Ana.

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Relações são complicadas, mas sempre valem a pena

Cada pequeno ressentimento é uma pedrinha a mais no “saco” da gente.

A vida é mesmo uma chance imensa de ficar maravilhado pelas possibilidades incríveis que nos rodeiam.

Foi pensando nessa frase que eu comecei a me analisar sobre as relações que tenho ultimamente. O ambiente tão estressante, a desconfiança com que comecei a olhar para os outros. Acabei me dando conta que aquela frase “Se não gosta do que recebe, perceba o que está emitindo” sempre foi um mantra pra mim, mesmo quando os meus passos estão arrastados e incertos.

Quanto mais próximos somos das pessoas, muito mais exigente nos tornamos. A pergunta “como eu me sinto com isso?”, parece ser uma oração obrigatória a cada gesto, a cada frase, a cada pequena coisa que o outro emite.

A responsabilidade e a consequência de como recebemos as intervenções dos outros são tão nossas, que essas deveriam ser as questões emergentes: “Como o outro se sente sobre isso? Qual é a melhor forma de eu receber isso?”.

Sabe, a expectativa que colocamos sobre as pessoas é uma coisa muito injusta. Sempre esperamos que eles façam o melhor para nós, para o que acreditamos ser o correto, e, isso é tão egoísta e primitivo.

Obviamente, a auto avaliação ajuda muito nas relações, saber como você se sente em relação as coisas, dá um espaço mais amplo para refletir e tomar decisões mais benéficas para ambas as partes. Entretanto, quando essa questão se torna o centro da relação, esta imposição unilateral começa a ser desgastante.

Se relacionar sempre será uma benção para nós, pois além de experimentar a vida por outros olhos, por outra pessoa, pela empatia, pela energia, somos seres sociáveis. Precisamo de afeto, atenção, amor.

Sempre haverão coisas nos outros que despertam coisas ruins em nós, e vice e versa. É humano contrariar, discordar, não gostar. E é incrível a sensação de encontrar pessoas que simplesmente nos deixam ser.

Sem precisar nos controlar, enganar, subestimar, atacar, dividir…

Anselm Grün diz em suas obras que o silêncio é fundamental, eu concordo veemente. E também acredito que as palavras certas, nos momentos certos, sendo verdadeiras tem o poder de criar mudanças mágicas.

Amar, conviver e relacionar sempre será difícil devido a singularidade de cada ser humano, mas a recompensa por tentar constantemente fazer esse tipo de experiência dar certo, ilumina e preenche a alma.

Surprise! Como vocês estão?

Como vocês estão seus lindos e inteligentíssimos seguidores?

Tô sumida, né? Como eu disse há meses atrás, estava (mas ainda tô) numa transição muito louca da vida. Enfim, resolvi mudar de ares!

Vim aqui contar para vocês que coloquei algumas coisas diferentes no blog, uns links novos e quero saber tudinho o que vocês tem para me contar.

Esperarei ansiosamente a opinião de vocês e já deixo aqueeeeele abraço!

A gente se lê ainda essa semana. Um beijão!

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Quando as coisas não dão certo: é culpa minha ou dos outros?

Havia um tempo em que eu me sentia vítima do mundo. Nasci na hora errada, no lugar errado, com a família errada. Eu fantasiava. Sonhava que minha vida era um pesadelo e hora ou outra eu iria acordar em outro lugar.

Nos meus melhores sonhos a casa era grande, o quintal parecia um campo infinito, as montanhas eram campos de golfe, onde golfe, nem existia. Flores estavam perto das portas, o jardim era um enfeite da natureza e as árvores ficavam distantes da casa, mas próximas da estrada.

A casa não era tão moderna, dentro dela havia modernidades o suficiente para me conectar com o mundo lá fora. As prateleiras com os livros estavam cheia de histórias e vidas, que passei tardes inteiras descobrindo, como quem encontra um tesouro e o examina milhões de vezes para ter certeza de que é real.

Eram apenas sonhos que misturavam as histórias da minha avó com o que eu via na televisão, eu acho. Nunca tive muita certeza se meus sonhos eram meus, ou partes de sonhos de outras pessoas.

Eu precisava me manter acordada. Os sonhos não anulavam o peso da realidade sobre minhas costas, eu, pobre vítima na realidade errada. Parei de pensar assim quando conquistei as primeiras coisas. Percebi então que se eu saísse do vício de sentir-me vitima, a vítima sairia de mim.

Quando você entra nessa frequência de crer que tudo é possível se você tentar, existe uma revolta dentro de você que vai aumentando a cada dia. Na minha cabeça as pessoas não estavam se esforçando o suficiente.

Não conseguia entender como eu podia conseguir as coisas que lutava por e elas não. Isso gerou em mim um instinto violento de ser rude com quem eu achava ser fraco, preguiçoso ou medíocre.

Acho que todos nós fomos mais jovens do que somos hoje em dia. Cometemos erros e inconsequências. E se a vida não for pra errar e aprender, pra quê serve, então?

A ordem de “tudo quero, tudo consigo” me fez lutar muito e implacavelmente por coisas que eu queria e acreditava. Fez-me ter sucesso em muitas coisas, me tornar intolerante em outras, e, com certeza me fez sentir que eu precisava de coisas que não eram necessárias.

Eu achava mesmo que eram necessárias a ponto de me deixarem doente e neurótica caso eu não as conseguisse. Foi nesse instante que descobri que existem muitas coisas que não estão sob meu controle. Cheguei a um ponto em que eu deixava tudo ir ou ficaria realmente extremista sobre as coisas do mundo, da vida.

Decidi que precisava ser mais desapegada. Quando tudo que eu planejei não deu certo, quando meus sonhos estavam baseados no que os outros queriam, quando eu não conseguia dinheiro suficiente, quando o emprego me deixava infeliz, quando a rua não melhorava, quando a cidade não melhorava, quando meu interior só piorava porque eu realmente entrei na sina de que era preciso ter para ser alguma coisa, eu parei.

Olhei ao redor e me perguntei por que eu precisava ser o que esperavam de mim. Por que eu precisava das coisas que estavam me deixando doente. Por que eu precisava consumir aquelas coisas inúteis. Por que eu estava tão violenta e indignada se as pessoas não conseguissem as coisas que eu pensava que elas deviam ter.

Você acha que eu preciso disso. Eu acho que você precisa daquilo. Assim, vamos nos ferindo a ponto de estarmos sangrando, perdidos e não sabermos porque começamos essa guerra e nem pelo que estamos lutando. Torna-se um ciclo sem fim.

Certo dia percebi que as coisas não dependiam só da minha luta. Nem do meu esforço, nem das minhas ambições. Muitas coisas dependem dos outros. Outros que talvez não se importem, outros que talvez estejam ocupados de mais com suas necessidades.

Eu parei de me colocar metas absurdas, porque percebi que muitas delas eu não conseguia vencer.

Eu demorei um tempo para perceber como isso e porque isso acontecia. Eu continuo acreditando que o meu esforço e luta me leva a qualquer lugar. Porém, existe um fator que por muito tempo ignorei e que provavelmente todas as pessoas que acreditam nessa ideia também ignoram: o outro.

Eu, você e qualquer pessoa têm uma força interna igualmente poderosa. O rico, o pobre, a mulher, o homem, o adulto, a criança. Todos temos a mesma força poderosa dentro de nós. Uns chamam de entusiasmo, outros de fé, outros de energia e tantos outros nomes. Não importa. Todos temos essa mesma força poderosa dentro de nós.

Perceber esse detalhe me fez crer em outra coisa: a intervenção. Quando você percebe que a intervenção existe, você tira um pouco o peso de seus ombros. Isso porque você sabe que a responsabilidade sobre determinada coisa não é só sua.

Estamos cercados de pessoas. Essas pessoas tem a mesma força que nós. Eu posso direcionar minha força interna para aquilo que estou lutando e desejando, mas eu nunca vou saber para onde a pessoa que está ao meu lado está direcionando a força dela.

O que isso significa? A energia da pessoa pode intervir na minha energia: houve uma intervenção sem eu nem ficar sabendo.

Um exemplo: estou juntando dinheiro arduamente durante todo o ano para comprar um carro. Perto do dia de comprar eu comento com a minha mãe. Minha mãe começa a pensar nos acidentes de carro que eu posso sofrer, e, começa a desejar que eu não tenha um carro. De repente, dá uma chuva e a árvore da rua cai no meu muro. Eu sou obrigada a usar o dinheiro do carro para essa emergência. Fico sem carro.

A mente da minha atraiu o que pensou: um acidente me envolvendo, eu não adquirindo um carro. Minha mente atraiu o que eu desejei: o dinheiro suficiente para comprar o carro. Que acabou sendo gasto no acidente.

Talvez pareça absurdamente sem nexo, mas para quem acredita em lei da atração como eu, sabe que isso é perfeitamente possível. Por essa razão, eu deixei de me martirizar sobre o que eu não consigo realizar.

Além disso, também percebi que todas as pessoas estão nessa mesma situação. Isso me fez ser mais tolerante e tentar ver pela perspectiva de outras pessoas. Infelizmente, muitas pessoas não têm boas referências para se apegar, tem sonhos fantasiados como os que tive na minha infância, ou talvez elas acreditem que mereçam viver onde estão e que nada nunca irá mudar porque todos ao redor dela pensam assim.

E não é só o pensamento. É a realidade.

Quantas vezes vemos realidades horríveis e violentas que nem conseguimos imaginar em nossos piores pesadelos serem cotidiano de outras pessoas? Imagine o que elas pensam e fazem nessas circunstâncias. O que as pessoas que se beneficiam com isso pensam e fazem. É muito difícil se dar conta de que se pode mudar, quando ninguém ao seu redor consegue enxergar isso.

É por isso que devemos sempre buscar pessoas que nos estimulem a evoluir. Se atraímos semelhantes? Não sei. Eu sei que quanto mais juntos ficamos, mas semelhantes nos tornamos.

Quando você deseja alguma coisa na sua vida, uma meta, um sonho ou qualquer coisa, você precisa refletir sobre aquilo e ter certeza de que é um desejo seu e não de outra pessoa que colocou na sua cabeça ou te estimulou negativamente a querer aquilo.

Depois, você precisa se juntar com o máximo de pessoas possíveis que tenham isso em comum com você. Participar de coisas que tenham a ver com isso, até estar tão presente na sua realidade, que começa a se tornar realidade.

Muitas vezes, excluímos nossas responsabilidades sobre os nossos atos, mas quem se aproxima das pessoas e das coisas que talvez não queiramos na vida, somos nós. Muitas vezes, colocamos a responsabilidade sobre os outros de coisas que foram ruins para nós, mas quem se aproximou desse outro fomos nós.

O aproximar-se é sua responsabilidade. O vínculo é sua responsabilidade. Mas todos nós podemos nos enganar, todos os dias. O pensamento do outro é responsabilidade dele. A interferência do outro é responsabilidade dele. Mas todos os outros podem sem enganar, todos os dias.

Existem sim coisas que não estão sob nosso controle. Existem pessoas que fazem interferências negativas na nossa vida sem intenção, outras com intenção. Existem pessoas que fazem interferências positivas na nossa vida sem intenção, outras com intenção.

Isso se dá principalmente porque é muito difícil conhecer a si mesmo. Lembra quando falei que sonhei coisas que não eram sonhos meus? Um dia eu percebi. Tem gente que passa a vida inteira sem perceber.

As intervenções podem ser sem querer, podem ser por querer. Seus sonhos podem ser alcançados sim, pelo seu esforço sim, mas você deve se atentar que existe a interferência do outro. Como lidar com isso? Tem duas frases que provavelmente todos conhecem que ajudam a ter uma ideia:

– Aquilo que ninguém sabe, ninguém estraga.

– Quem se junta aos porcos, farelo come.

Você decide o que faz, pode tentar prever as consequências,  mas é complicado ter certeza de quais serão elas.

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A magia do tal do amor

Acho que a maioria das pessoas não acreditam em histórias mágicas de amor. Mágicas sim, mas não do tipo dos contos de fadas. Mágicas porque são tão certas para acontecer, que o universo conspira em todos os cantos canalizando energia para essa história se tornar realidade. E isso, esse movimento, é pura magia.

Eu poderia usar todas as palavras, de todos os idiomas que existem, juntas, mas todas elas não são capazes de explicar como me sinto.

Nossos olhos se encontraram na estrada da vida. Naquele mar aberto no meio de tantas pessoas, mas eu só conseguia enxergar você. Por um instante o segundo se tornou mais lento e todos ao redor desaparecem pra gente se encontrar.

Os olhos brilharam como cristais, o sorriso abriu. Sua energia reluzindo em meio ao ambiente. Eu só consegui pensar em você. Durante dias. A vida foi generosa com a gente. “O nosso primeiro beijo ao pôr-do-sol, na estação de trem”, depois de tanto tempo esperando, o corpo estremeceu quando o seu tocou no meu.

Eu quero agradecer a magia do universo, que me mostrou como é a mágica do amor. Que me trouxe você, fez do meu mundo um lugar melhor para se viver e fez de mim uma pessoa melhor para o nosso mundo, para o mundo.

Te admirar é ver que a magia existe, que ela pode ser espaços, pessoas ou sensações. Eu estou tão feliz que tudo entre a gente deu certo. Não tenho espaço para explicar e nem mensurar o quanto você mudou a minha vida. Você me apresentou o amor.

Desde esse dia, estou vivendo. Um ser humano que sente. Que vive. Que sente a magia. Se o mundo é um lugar melhor depois de nós termos nos encontrado, com certeza é porque a gratidão de estar com o ser amado ilumina milhares de continentes, inclusive, o da gente.

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Ano novo, frescor e recomeços sim!

2017 já começou, quais são as previsões mesmo? Sei lá.

Tem dois tipos de pessoas que com certeza vão cruzar nosso caminho esse ano: os desculposos (Hey, essa palavra existe? Agora existe!) e os imersos.

Começemos optando hoje, em qual dos grupos nos encaixamos.

OS DESCULPOSOS vão começar o ano com aquele discurso “hoje é dia de festa. Semana que vem eu recomeço.”, passaram as semanas, logo será carnaval e finalmente em março soara a frase ” agora o ano começa de verdade”. Abril, vem abrindo o caminho para as próximas férias, maio, junho, ops! julho chegou. Começou o frio, não, péra. Ai que calor. É hora de viajar. Agooooooosto, você durou um 2017 inteiro. Setembro, outubro, nossa cara, logo é natal. Novembro, dezembro: Caraca! Então é natal. De novo? O ano acabou. O que  foi que eu fiz esse ano mesmo?

E OS IMERSOS? Eles já começaram o ano fazendo promessas. Na primeira semana mudaram tudo: faxina na casa, troca as coisas de lugar. “Que quadro horrível, vou ter que arrancar!”. Doa roupa, doa sapato. Os papéis antigos estão na lixeira, o pó subiu, a janela abriu: o sol entrou. Ainda é janeiro. Aquele velho projeto, hora de retomar. Reavaliar, atualizar, aprimorar, executar. Trabalho, trabalho, trabalho. Suoooor (câmera lenta). Dias de folga? Carnaval? Tem festa na rua, aqui no quintal. E aquela cerveja, aaaah! Calor tá acabando, o suor aumentando. Frio. Campanha do agasalho começou, quem ta afim de sair, doar cobertor? Sopa, xícara, café, filme, sofá. Abraço, amasso, cafuné. “Tá na hora de levantar amor, sabe aquele prêmio que você ganhou?”. Trabalho, trabalho, trabalho. Novidade, férias? Viajar, vivenciar. Quantas descobertas esse ano, e o segundo semestre nem chegou. Fadiga. Alívio: já passou. Receita nova, meta mais alta. O semestre começou fervendo. Compromissos, trabalho, compromissos, ” Tô ocupada”, trabalho, trabalho. “Reconhecimento, ah!”, durou 5 minutos. Os exercícios, “uhhh… Tá dando resultado mesmo, hein?!”. Tanta coisa, tanta coisa… Esse ano está maravilhoso. “iiiiih, tá imersa, é?”; “eu tô, tô imersa na vida!”. Setembro. (Em setembro a história continua).

Independentemente de um, de outro, de nenhum… Já estou desejando que esse ano seja o melhor ano para você. Ano novo, vida nova sim. Tempo de renovar a esperança sim. Tempo de recomeçar ou de continuar, não é mesmo?

Começar, recomeçar no ano novo é aproveitar o movimento que a humanidade inteira está criando no universo para recarregar as energias e esperanças. É um momento propício, não o perca.

Depois de um ano tão complicado como 2016, tenho certeza de que esse ano será maravilhoso. Nós merecemos paz depois de tanta confusão.

E que melhor jeito de se sentir em paz, do que fazendo os outros sentirem paz ao nosso lado?

Feliz 2017. Eu desejo que você seja um imerso.