Publicado em Diversos

Rótulos: a música que me aproxima de você

Olá queridas e queridos leitores, seguidores e xeretas. Como você estão? Tomara que todos estejam bem!

Primeiramente, este texto não tem por objetivo criticar os gêneros de música, até porque, quem conhece um pouco de música, sabe que os gêneros são geralmente definidos a partir dos arranjos, da harmonia, ou da produção do “toquinho” da música, para ajudar (e muito) na hora da composição.

Enfim, enfim.

Todos os estilos musicais tem uma cara, porque são fruto do homem e sua expressão, a partir de suas vivências em determinado momento. A música traz consigo, assim como qualquer outra arte, o momento histórico impresso nitidamente em sua forma.

Partindo dessa ideia, é importante perceber que muitas pessoas se identificam com os gêneros musicais por tudo o que eles representam. É aquela velha história que venho dizendo ao longo dessa série: a sensação de pertencimento, identificação, empatia, admiração. Tudo isso entra na arte. Além é claro, da magia.

Muitas pessoas “elitizam” algum estilo musical justamente por isso, ele vem de uma camada social que muitas vezes difere dos gêneros mais populares (óooh). Porém, gostar de um gênero não significa que você concorda ou discorda do povo que o criou como livre forma de expressão.

A partir da expressão do outro na obra, na música, há grande possibilidade de identificação. Independentemente de onde ou de quem você seja. 

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Obviamente dentre os estilos musicais existem características marcantes, que o definem de alguma forma. Tem gênero que é mais politizado, mais crítico e tem estilo que é mais dançante e até que só serve de chiclete. Não tem mal nenhum nisso, pelo contrário, esse fato traz a possibilidade de se experimentar a música em diferentes momentos.

Associo a música à uma conversa. Há momentos e conversas que você fala sobre coisas sérias e importantes, há momentos em que você só quer falar besteira, ou não falar nada.

marilyn
aceita

Esse negócio de que há gêneros mais politizados é uma besteira (é isso mesmo, esse povo que acha que Rock é o único gênero rebelde e problematizador, acorda migos). Expressar-se é um ato político. Ouve um disco de RAP e um de Funk, você pode odiar os termos, mas esses ritmos tem a identidade de um grupo. Ao invés de criticar, devíamos conhecer e saber o porquê ele é assim. E mais, se este grupo apresenta características que alguém considera não adequada devíamos entrar na questão:

O problema são eles ou as normas estabelecidas por você ou pela “sociedade”? 

O gosto musical de ninguém define o nível de cultura dessa pessoa. Pelo contrário, quanto mais tolerante essa pessoa é, provavelmente, maior é seu acesso à diferentes culturas. Gostar de um gênero específico não significa que eles seja melhor que os outros, apenas diferente.

quadradinho
ensinando o quadradinho desde 1996

Esse post serve para aqueles que tem vergonha de gostar de algum gênero ou artista específico: não tenha vergonha! Curte sua música e os outros, que falem o que quiserem, né?!

Além disso, a música conecta. Quantos amigos novos você pode fazer por se permitir gostar de determinada música e sentir as vibrações e loucuras dela? Muitos! Tô torcendo para vocês virarem um grupo híbrido, me chama!

Obrigada pela companhia e voltem mais vezes aqui. Beijinhos, até a próxima!

Autor:

Metamorfose ambulante, ♥

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