Publicado em Poematizese

Sobre Purpose – Justin Bieber

Eu amo falar de música, por isso, decidi que vou compartilhar impressões minhas de obras completas dos artistas. Ultimamente poucas pessoas parecem ouvir um CD completo, a maioria ouve hits de vários artistas, mas poucos se aprofundam no trabalho de alguém.

Resolvi começar com Justin Bieber, porque foi o penúltimo disco recente que ouvi completo, porém, pretendo falar de uma galera bem legal ainda! Já adianto que provavelmente o próximo será sobre Lemonade de Beyoncé.

Sobre Purpose tenho vários elogios a fazer. Bora lá que a lista tá grande…

Revolta que deu certo!

Ponto pro Justin que jogou o projeto de Purpose em 2014 no saco e começou a refazer o CD para ficar com “a sua cara”. Para quem não sabe, fazia três anos que ele não lançava nada quando saiu Purpose, aparentemente, deveria ter saído em 2014. Ainda bem que Justin mudou tudo né? Ficou massa!

Vamos vender sim, mas seremos sinceros

Uma coisa muito legal de Purpose é o fato de ser um CD bastante sincero. Os artistas estão lançando hits adoidado para fazer show, mas o trabalho de Justin traz não só a verdade dele, mas a verdade que muitos de nós vivemos (principalmente os que estão em relacionamento conturbado). Nós sabemos quando o artista é sincero em sua obra, não é galera?

Agora que eu cresci, da minha música você vai gostar

Lembra da música da Kelly Key? “Agora que eu cresci você quer me namorar”, tá bom, foi uma piada péssima HAHAHAHA. Mas a lei é a mesma. Muita gente que criticava o JB ficou de queixo caído quando ele mostrou tamanha evolução musical em Purpose. É de se amarrar: a voz, as batidas, a produção musical, as letras. JB evoluindo e mais gente fluindo… Uhu!

Volta por cima

Quem não lembra que o Justin ficou mega famoso porque ser a pessoa com mais deslike no YouTube? É queridos, o jogo virou e a casa caiu… Justin simplesmente lançou clips de todas as músicas de Purpose e fez um baita sucesso. Cada clip retrata um grupo diferente e coloca as letras nas situações de várias pessoas, não tem como não sentir empatia por Purpose.

Representatividade

Coração que dóis pra lá ou pra cá, neste álbum Justin mostrou que é gente como a gente. Segundo o próprio Justin, Purpose é a forma que ele usou para se expressar durante os anos conturbados de sua vida, carreira e relacionamento. Dá para entender porque as letras são tão poéticas. Vamos das brigas de um relacionamento, o fim, as desculpas até a hora de recomeçar, tudo isso no mesmo CD. Quem nunca, né?

Arte, sim!

A capa de Purpose idealizada pelo artista Retna traz vários símbolos, que até agora não foi desvendado. Nem Justin, nem Retna disseram o que significa exatamente, mas podemos identificar símbolos de religiosidade, como o desenho de uma cruz e a pose de Justin sem camisa (talvez isso signifique que ele está aberto – na minha opinião) em oração.

Além da capa, as músicas e os clips de Purpose trouxeram influências de vários movimentos artísticos.

Animação a milhão e as músicas dançantes

Quem ouvir Purpose e ficar parado só pode estar com probleminha. Quando começa a tocar o uh uh uh de Sorry já bate aquela vontade de sair dançando…

Por fim meu povo, Purpose está mais que na minha lista de favoritos. Já ouviu ele completo? Entra lá no canal do Justin e ouve a Playslist Purpose – The Movement, neste link aqui.

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Meu Purpose

PS: Sei que o album já saiu há alguns meses, mas eu queria falar dele mesmo assim!

Beijo grande e obrigada pela companhia!

Autor:

Metamorfose ambulante, ♥

16 comentários em “Sobre Purpose – Justin Bieber

  1. Tá bom vou ser legal, afinal sou audiófilo, minha coleção é astronômica, tenho ela em bolachões (disco vinil), CD, e hoje já tudo também passado ao MP3. Centenas além de obras completas, tem ensaios raros de garagem, já emprestei muita obra para rádios por serem raros e não existirem nem na Billboard. Hoje claro muita coisa mudou, já houve por parte de centenas de colecionadores o empréstimo exatamente para não se deixar uma obra desaparecer. Mas te digo é difícil termos mesmo coleção de tudo. Só para ter uma ideia apenas de um deles Tangerine Dream são exatos 113 obras e olha que rolando por ai encontra apenas 102, rssss. Algumas escutei mais de uma vez, outras apenas vício de tê-las. Nem sei quantos anos mais levaria apenas ouvindo o que tenho. Vou deixar para meus netos e netas pois eles terão tempo para ouvi-los. 😉

    Curtido por 1 pessoa

      1. Bom o que posso dizer em minha experiência como exemplo é, que nem sempre toda obra de um determinado músico ou grupo nos agradam. Muitas vezes compramos apenas por ser fã ou para completar coleção como fazemos com figurinhas. Ainda nesse ponto posso assim deixar como registro um cantor e músico nacional que adoro Lulu Santos que em um álbum CD que leva o nome de uma música linda, “Assim caminha a humanidade” o comprei pensando haver músicas nesse estilo e para minha tristeza se não me falha a memória só escapam essa e uma outra o restante é tudo uma coisa de “embrulho” como ” La em casa tinha um bigorrilho, bigorrilho fazia mingau”, ora ninguém merece.
        Outro caso interessante e que vale a pena deixar registrado são os chamados álbuns “icônicos”, “legendários” ou ainda obras primas como o caso do The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd. Toda sua obra é maravilhosa e eu sou “floydista e gilmourista” desde que conheci o grupo. Alguns alegam ser das participações de grandes feras como o engenheiro de som Alan Parsons, do saxofonista Dick Parry e do anjo Clare Torry na música “The Great Gig in the Sky” que de fato após a voz dela só existiu uma dupla que chegou perto do sonho as cantoras que tiveram que revezar juntas, Bianca Antoinette e Ola Bieńkowska. Imagine duas pessoas para tentar substituir uma. É ou não um diamante?
        Entendo que nesse caso o diferencial foi não somente a participação desses 3 grandes, pois tanto Dick Parry como Alan Parsons participaram do também belíssimo álbum “Shine On You Crazy Diamond” escrito para homenagear um dos fundadores do grupo, Roger Keith Barrett (Syd Barrett).
        Há grupos que assim como o Pink Floyd conseguiram superar a saida ou a morte de alguns de seus membros, mas nem todos conseguiram manter a mesma linha como foi o caso do Yes ao perder o tecladista Richard Christopher Wakeman ( Rick Wakeman) e temos depois perdendo a voz de Jon Anderson que foi fazer uma parceria com outros grandes como Vangelis. Já assim como o nosso Barão Vermelho que antes tinha como vocalista Cazuza, após sua morte Frejat assume de inicio com um timbre quase igual, modificando adiante para seu próprio timbre e mantendo o grupo identicamente como ocorreu tempos atrás com o Genesis que teve a saída de seu vocalista Peter Brian Gabriel (Peter Gabriel) e assumida pelo baterista “rouxinol” Phil Collins.
        Resumindo, a música e seus construtores são obras divinas e levaríamos uma eternidade para deixar registrado tudo aquilo que conseguimos captar de cada um, de cada banda de cada obra.
        Amo a música, amo diversos artistas musicais e os tenho 24 horas por dia tocando em minha mente, cada detalhe, cada gesto ao usarem seus instrumentos, pois eles não tocam apenas os instrumentos eles inserem nos mesmo a alma e isso que diferencia. Bom esse papo, amo isso. Muito bom poder relembrar, pena que não podemos citar a todos mas fica aqui ainda uma pontinha de registro ao grupo alemão Nektar em particular aos álbuns “A Tab in the Ocean”, “Remember the Future” e “The Prodigal Son”.
        E deixa eu parar senão não vai caber aqui no blog, rssss.
        Beijos mil Ana! 🙂

        Curtido por 2 pessoas

  2. Justin mostrou a que veio e o quanto cresceu. Conseguiu atingir diversos públicos e até calar a boca de muitos que o criticavam alguns anos atrás hahahaha Não sou FÃ FÃ FÃ, mas sempre escutei suas músicas, gostava quando ele bombou por ter uma idade relativa as músicas que ele trazia e gostei de ver que ele conseguiu fazer seu trabalho crescer junto com os anos que ganhou. Amei o post ❤
    Beeeijos, https://sorrirparaencantar.wordpress.com/

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    1. Oi Nayara! Como você está?
      Você tem razão. Eu também não sou fã do Justin, mas do CD Purpose, eu sou sim!
      É bom apreciar as obras legais que aparecem atualmente, o conteúdo comercial infelizmente, está cada vez mais difícil de abolir… Mas quando podemos encontrar no mesmo material além de um produto comercial, características de uma obra artística – ainda mais se tratando de um ícone popular – é bom ficar feliz e torcer por! Rs..
      Beijinhos gatinha!

      Curtido por 1 pessoa

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