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A magia do tal do amor

Acho que a maioria das pessoas não acreditam em histórias mágicas de amor. Mágicas sim, mas não do tipo dos contos de fadas. Mágicas porque são tão certas para acontecer, que o universo conspira em todos os cantos canalizando energia para essa história se tornar realidade. E isso, esse movimento, é pura magia.

Eu poderia usar todas as palavras, de todos os idiomas que existem, juntas, mas todas elas não são capazes de explicar como me sinto.

Nossos olhos se encontraram na estrada da vida. Naquele mar aberto no meio de tantas pessoas, mas eu só conseguia enxergar você. Por um instante o segundo se tornou mais lento e todos ao redor desaparecem pra gente se encontrar.

Os olhos brilharam como cristais, o sorriso abriu. Sua energia reluzindo em meio ao ambiente. Eu só consegui pensar em você. Durante dias. A vida foi generosa com a gente. “O nosso primeiro beijo ao pôr-do-sol, na estação de trem”, depois de tanto tempo esperando, o corpo estremeceu quando o seu tocou no meu.

Eu quero agradecer a magia do universo, que me mostrou como é a mágica do amor. Que me trouxe você, fez do meu mundo um lugar melhor para se viver e fez de mim uma pessoa melhor para o nosso mundo, para o mundo.

Te admirar é ver que a magia existe, que ela pode ser espaços, pessoas ou sensações. Eu estou tão feliz que tudo entre a gente deu certo. Não tenho espaço para explicar e nem mensurar o quanto você mudou a minha vida. Você me apresentou o amor.

Desde esse dia, estou vivendo. Um ser humano que sente. Que vive. Que sente a magia. Se o mundo é um lugar melhor depois de nós termos nos encontrado, com certeza é porque a gratidão de estar com o ser amado ilumina milhares de continentes, inclusive, o da gente.

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Ano novo, frescor e recomeços sim!

2017 já começou, quais são as previsões mesmo? Sei lá.

Tem dois tipos de pessoas que com certeza vão cruzar nosso caminho esse ano: os desculposos (Hey, essa palavra existe? Agora existe!) e os imersos.

Começemos optando hoje, em qual dos grupos nos encaixamos.

OS DESCULPOSOS vão começar o ano com aquele discurso “hoje é dia de festa. Semana que vem eu recomeço.”, passaram as semanas, logo será carnaval e finalmente em março soara a frase ” agora o ano começa de verdade”. Abril, vem abrindo o caminho para as próximas férias, maio, junho, ops! julho chegou. Começou o frio, não, péra. Ai que calor. É hora de viajar. Agooooooosto, você durou um 2017 inteiro. Setembro, outubro, nossa cara, logo é natal. Novembro, dezembro: Caraca! Então é natal. De novo? O ano acabou. O que  foi que eu fiz esse ano mesmo?

E OS IMERSOS? Eles já começaram o ano fazendo promessas. Na primeira semana mudaram tudo: faxina na casa, troca as coisas de lugar. “Que quadro horrível, vou ter que arrancar!”. Doa roupa, doa sapato. Os papéis antigos estão na lixeira, o pó subiu, a janela abriu: o sol entrou. Ainda é janeiro. Aquele velho projeto, hora de retomar. Reavaliar, atualizar, aprimorar, executar. Trabalho, trabalho, trabalho. Suoooor (câmera lenta). Dias de folga? Carnaval? Tem festa na rua, aqui no quintal. E aquela cerveja, aaaah! Calor tá acabando, o suor aumentando. Frio. Campanha do agasalho começou, quem ta afim de sair, doar cobertor? Sopa, xícara, café, filme, sofá. Abraço, amasso, cafuné. “Tá na hora de levantar amor, sabe aquele prêmio que você ganhou?”. Trabalho, trabalho, trabalho. Novidade, férias? Viajar, vivenciar. Quantas descobertas esse ano, e o segundo semestre nem chegou. Fadiga. Alívio: já passou. Receita nova, meta mais alta. O semestre começou fervendo. Compromissos, trabalho, compromissos, ” Tô ocupada”, trabalho, trabalho. “Reconhecimento, ah!”, durou 5 minutos. Os exercícios, “uhhh… Tá dando resultado mesmo, hein?!”. Tanta coisa, tanta coisa… Esse ano está maravilhoso. “iiiiih, tá imersa, é?”; “eu tô, tô imersa na vida!”. Setembro. (Em setembro a história continua).

Independentemente de um, de outro, de nenhum… Já estou desejando que esse ano seja o melhor ano para você. Ano novo, vida nova sim. Tempo de renovar a esperança sim. Tempo de recomeçar ou de continuar, não é mesmo?

Começar, recomeçar no ano novo é aproveitar o movimento que a humanidade inteira está criando no universo para recarregar as energias e esperanças. É um momento propício, não o perca.

Depois de um ano tão complicado como 2016, tenho certeza de que esse ano será maravilhoso. Nós merecemos paz depois de tanta confusão.

E que melhor jeito de se sentir em paz, do que fazendo os outros sentirem paz ao nosso lado?

Feliz 2017. Eu desejo que você seja um imerso.

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Como eu me sinto quando a pessoa que eu amo diz que minhas frustrações são “bobagens”

Olá queridos, fizemos um ano de existência há dois dias. Estou naquela loucura, mas ainda quero comemorar. Principalmente, com os mais fiéis que estão sempre por aqui, deixando um pouco de vocês e levando um pouco de mim. Minha gratidão à vocês.

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Hoje vou contar a história de Mariazinha. Seu nome comum com certeza esconde a delicadeza de seu coração. É, ela é só mais uma Maria. Mariazinha.

Quando a conheci ela parecia uma moça selvagem. Falava pelos cotovelos, mal tinha modos e estava sempre saltitante como uma cabrita. Sua áurea infantil encantava muitos e incomodava alguns, que não conseguiam entender como uma moça daquela idade se portava como criança em tantas situações.

Mariazinha não tinha família. Tinha sua cuidadora chamada Ria, muitos amigos, um pseudo namorado e mais algumas paqueras de janela pela pequena cidade. Como eu disse, a moça encantava.

De doce tinha quase tudo, mas de fera, tinha ainda mais. Seus olhos ferozes revelam seu instinto protetor para com seus entes queridos, e principalmente, consigo mesma.

Mariazinha raramente ficava com um ânimo ruim. Ela tentava ao máximo ser otimista, na maior parte do tempo. Mas dia desses estava me contando, que se sentiu extremamente ofendida quando Rag (seu pseudo namorado) disse que ela se frustrara por besteiras e que as coisas que a incomodavam eram superficiais.

Fiquei olhando Mariazinha me contando. Ela parecia distante como quem conta sobre um filme de terror, no qual, não está inserido.
Mariazinha dizia: “Que audácia. Como alguém acha que consegue espiar o coração alheio? Sabe Lili – essa sou eu – , estou muito chateada.

Ela falava e parava. Parecia medir as palavras porque talvez saíssem ruins demais, “… acho indigno colocar juízo de valor nos sentimentos de alguém. Me senti pior do que estava antes, sabe quando você pensa que é meio louca? Que está exagerando? Mas depois percebi que não era meu cérebro que mandava mensagens de chateação, era meu coração, e você sabe Lili, o coração é sujeito que não mente.

Fiquei ouvindo Mariazinha, até porque eu não poderia responder muita coisa. Eu sou muda, sofri um acidente que prejudicou minha fala. Enfim, já falei antes. Agora não dá mais.

Depois que fui para minha casa, comecei a refletir sobre o porquê de quando alguém que amamos fala coisas que são inverdades, nos machuca tanto, sendo que, devemos levar em consideração de que são tão humanos quanto nós, que erram e podem fazer coisas ruins ou surpreendentes como qualquer outra pessoa.

Cheguei à única conclusão que a minha experiência humana me deu: somos pobres seres iludidos. Criamos ilusões e histórias fantásticas acerca das pessoas, mas, as histórias são nossas e as esperanças também. As pessoas não. São seres tentando evoluir. Cabe a nós aceitar, conviver ou não. Culpar o outro pela sua esperança é mesquinho.

Além disso, a outra pessoa não é obrigada a saber o que você deseja.

Mas deixo aqui uma nota sobre essa polêmica: o respeito faz uma coisa muito bonita com a gente. Faz a gente entender que o outro tem uma referência diferente da nossa. E que se o fizermos sentir mal, no mínimo, uma dose de empatia e um pedido de desculpas sinceras fariam toda a diferença.

Se você bater a cabeça querendo ter razão sobre uma coisa que você não está sentindo porque não é a outra pessoa, a tendência é machucar ela ainda mais. E queremos alegria, não é mesmo?

Por isso, eu fui intrometida e escrevi para o Rag: “peça desculpas à Mariazinha, foi o coração dela que doeu”.

No outro dia, a vi dando algumas risadas quando passou aqui pelo jardim. Acho que o que doeu foi a falta de empatia, de o outro não se colocar no lugar dela. Sabem amiguinhos, essa mania dói mesmo.

Lembrem disso quando alguém disser que está chateado. Se para você for besteira, lembre-se: para o outro não é.

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Nosso amor é luz

Do nosso primeiro laço, desenlace e o reencontro. Nós sempre damos um jeito de cruzar nossas vidas, mesmo quando as ruas da vida estão em sentido contrário.

Lembro da primeira vez que nos cruzamos e fizemos aquela cara de nojo, éramos diferentes demais olhando há um minuto de distância. Alguns minutos depois, lá estávamos nós parados. Olhamos de novo, conversamos e sentimos uma conexão inexplicável.

Você dizia e diz, eu sentia e sinto, somos almas gêmeas.

Aquela alma que escolheu se tornar duas, que parece ter sido separada na hora de escolher o corpo físico. Ou duas almas conectadas que voaram para corpos disconectos. Mas nos encontramos. Rimos e vibramos.

Começou com a primeira gargalhada e a dança que a gente dançou totalmente fora do ritmo da música, estávamos ouvindo só o nosso próprio ritmo.

Aquele ‘risinho’ de cumplicidade de quem ia aprontar alguma coisa era nosso código secreto. Demos as mãos, os braços, as pernas. Descemos nosso primeiro escorregador de criança juntos, caímos e mais risadas.

Nossos planos pro futuro são tão semelhantes, não sabíamos se um estava roubando a ideia do outro ou se estávamos compartilhando pelo cosmos nossas aspirações há anos, sem saber que há uma alma no mundo que sonha conosco através das estrelas.

Queríamos tanto um ao outro, que decidimos manter o laço separando o físico. Sensatos demais acordamos: o melhor tempo para nós é outro. Temos muito que aprender antes de viver tão intensamente um amor tão profundo como o nosso.

Ninguém vai entender que no nosso caso, a liberdade de estar separado é uma das forças que dá ao nosso amor vida. Mas nós entendemos, sentimos.

Você foi. Ficou com ela. Com elas. Com todas. Sumiu. Não me contou detalhes de como foi. Eu sumi também. Fiquei sem você, sem ele, sem ninguém. Almas gêmeas como nós tem paz para estar ou para não estar.

Você voltou, cruzou a porta e sorriu como quem tinha saído brevemente e acabara de chegar. Meu coração sentiu um respiro familiar de paz. Curiosamente você me abraçou e a gente dançou. Fizemos amor enquanto a música tocava e os pés se moviam pra lá e pra cá pela sala. Nosso amor foi feito de silêncio e admiração. A saudade antes soava tão forte, agora sentimos que nem existiu, parecia que estávamos ali o tempo todo: antes, durante, agora e depois.

Você riu das minhas piadas ridículas, ficou com ciúmes dos amigos e fez aquela sua expressão linda de quem diz “que besteira”. Sentou e me contou tudo que aconteceu no último ano. Com seus gestos dramáticos, as vozes narrativas e cantando como só você faz.

Beijou meu olho esquerdo, me abraçou de lado e contemplou o céu comigo o restante da noite. Foi o silêncio mais gostoso desse ano. O silêncio de estar ao seu lado e me sentir em paz.

Todos os códigos que criamos estavam intactos. Cada olhar e risada maléfica de quem comenta o ambiente em silêncio. A gente se combina tanto. Até nossos defeitos são complementares e semelhantes.

Quando você implica se eu não ligo de volta e grita que quer mais atenção, carinho e amor. Quando eu reclamo que você não vem mais me ver, depois de três dias sem ter você (…).

Mas é só o olhar se cruzar, estaremos em paz. Como dois bons amigos que se encontram no lar e fazem da vida uma festa.

Uma festa para todo mundo chegar e aproveitar a hospitalidade do casal mais brincalhão do mundo. Onde ele enfia o dedo molhado no ouvido dela, ela lambuza o rosto dele de brigadeiro e tudo começa.

Aprendemos a nos amar, respeitar e conviver até quando estamos distantes. Nossas almas estão ligadas e juntos transmitimos luz, o nosso amor é luz.

Eu agradeço cada vez que você volta e ilumina meu mundo com a sua luz, como agora. Você sempre adivinha quando preciso de você para me encontrar. Quero dançar com você!

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Cansei de relações meio vazias desde que aprendi a ser mais que cheia, me transbordar

Amei profundamente cada pessoa que me relacionei, ainda as amo porque no meu coração o amor nunca acaba, e sim, se transforma em formas diferentes.

E tendo essa certeza, eu descobri que a pessoa que mais amo nunca me deixará. Ela passará todos e cada momento da minha vida ao meu lado. Por isso, devo amá-la, respeitá-la e ser fiel à ela até o fim. Essa pessoa sou eu mesma.

Cada relacionamento abusivo foi para mim (e continua sendo) uma escadinha de aprendizagem. Tem gente que acha que relacionamento abusivo é só para mulher. Não é não. Você amigão, pode estar sofrendo um agora. Ou sua irmã, sua avó, seu cachorro ou mesmo o carteiro.

Qualquer ferida psicológica, emocional, física ou espiritual vem de uma agressão, de um relacionamento abusivo com você mesmo ou com terceiros.

Quando eu percebi que em todas as minhas feridas, pelo menos 50% era responsabilidade minha, eu decidi não me ferir mais. O primeiro passo foi o mais difícil e continua sendo.

RESPEITAR A MIM MESMA

Eu exijo respeito dos outros, mas até certo momento não estava respeitando meus limites. Cada vez que eu me ajeitava pra lá ou pra cá só para deixar alguém mais confortável, mesmo que isso me deixasse de um jeito ruim, eu fazia.

Mais tarde ficava com dores e refletia sobre o fato de nunca haver reciprocidade. Eu culpava o outro pela minha decisão de ser “gentil” diversas vezes, repetidas vezes. Isso na hora de sentar, ou na hora de escolher, quem vai pagar a conta, quem vai desistir do passeio, quem vai desistir da viagem, dos sonhos, da realidade, da vida.

Mas um dia eu transbordei de revolta. Aquele dia foi lindo.

Decidi que o agora era hora de respeitar o meu espaço, de ensinar os outros a respeitarem também. Não com gritos, palavras, ofensas. Ensinar com o meu exemplo.

AMAR A MIM MESMA

Sempre achei que amei a mim mesma mais do que tudo, mas eu estava enganada. Percebi isso quando não pude ficar sozinha comigo mesma por um tempo. A vida ficava vazia se eu estava sozinha. Mais isso mudou quando aprendi a me amar.

Meus hábitos favoritos faço na companhia do meu anjo da guarda e do meu próprio espírito. O silêncio na cabeça é a paz mais maravilhosa que podemos encontrar. Meus livros, minhas séries, minha barriga e meu blog agradecem quando tiro férias do mundo e convivo só comigo mesma.

O barulho do mundo é ensurdecedor se sua mente estiver a mil.

Mas eu já não escuto mais. Eu fico olhando as paisagens quando estou caminhando. Pensando em nada, pensando em tudo.

Quando estou sozinha eu me olho no espelho, sei dos meus detalhes. Alguns somem, outros aparecem. Sou admiradora dessa arte metamórfica que Deus faz mim diariamente. Pela influência do ambiente, da natureza e até dos meus costumes.

Minha companhia hoje é a companhia mais gostosa que eu tenho. Ela me deixa dançar e ser ridícula o tempo todo.

SER LEAL A MIM MESMA

Isso é bem complexo. Eu tenho ideais, sou super idealista desde que me conheço por gente. Muitas vezes, incontáveis, abri mão dos meus desejos e sonhos para compartilhar o caminho com alguém. Fui ingênua por achar que compartilhar significa deixar o seu de lado e investir no do outro.

Quem sabe compartilhar de verdade, sabe que os dois lados são doadores e receptores, nada mais do que a igualdade imperando.

É um exercício diário acordar com meus sonhos e não deixar que o dos outros sejam mais importantes pra mim do que os meus. Eu tenho essa mania de querer ajudar os outros e esquecer de me ajudar. Mas taí, a vida é pra isso, não é não?! Pra aprender!

MAS CHEGA DESSES RELACIONAMENTOS ABUSIVOS

Eu aprendi que há dois tipos de pessoas que negam amor: as que não sabem amar e as que não querem amar.

O primeiro caso é o que acredito que o investimento dê mais retorno. Porque amar é investimento, investir demais, o tempo todo. Pois bem, uma pessoa que não sabe amar e experimenta essa sensação linda, nunca mais quer largar dela, assim como nós meros mortais que amamos com a maior facilidade da terra.

Mas não será fácil. Porque essa pessoa não sabe o que fazer ou como fazer. O amor é uma escola que ensina a gente a viver. Quem entende isso tem paciência pra ensinar e aguentar a revolta, as feridas, as dores. E que dores.

Dá medo de perder, dá medo de não ser o suficiente (acredite, você é), dá medo de dar errado, dá medo de um monte de coisa, sai medo até dos buracos.

Mas se você não se amar, se respeitar e ser leal à você mesmo, seu amor não terá nada de amor e será cheio de dor. Porque pessoas ferem. Com suas palavras, com seus gestos, com sua indiferença, com a falta de respeito.

Dê o exemplo de como amar você ao seu amor e nunca aceite um relacionamento meio vazio. Eu quero é distância desses uns. De gente egoísta e vazia, o mundo está cheio. Eu quero mais é equivalentes, gente que esteja sedenta para brilhar.

O segundo grupo é bem mais difícil de lidar. (Os que NÃO querem amar).

TIPO 1: É o que chamo de “Maníacos”. Aqueles que tem suas manias e acreditam que o mundo é exatamente o que eles já viveram e só (quanta pretensão).

Eles provavelmente já foram feridos ou tem fixação em ex companheiras (o). Acham que todas relações são iguais e que você é só mais um ser previsível, que vai fazer exatamente a mesma coisa pelo que ele já passou (SONO DESSA GENTE).

Meu conselho: se você estiver muito apaixonado por essa pessoa, vá com cuidado porque o perigo aqui é grande.

TIPO 2: São aquelas pessoas que estão em profundo auto conhecimento e não querem perder um minuto de sua vida maravilhosa, porque alguém que pode não ser generoso o suficiente entre em sua vida e queira mudar tudo. A vida está maravilhosa assim, para que colocar um possível problema?

Eu acho que esse grupo é louco para amar. Mas finge que não porque a vida fica mais fácil assim, com sua comodidade garantida. Mas acordemos migos, o amor é MARA (PS: Eu sou desse grupo, hehe)!

POR FIM, O QUE IMPORTANTE MESMO É…

Se você encontrar um parceiro que você pode amar, ame. Mas ame muito a você em primeiro lugar, porque essa aliança é eterna. Como já diziam os velhos sábios, os outros que vem para nossa vida, só encosta se for pra somar.

Pra fazer guerra de travesseiro, comer doce adoidado, brincar de pistola d’água e pagar micão na rua. Se não for assim, dá pra passar vergonha sozinha, né?! Como eu disse, sou mais que cheia, eu transbordo.

E espero que você também!

Um beijo e um abraço bem forte, até a próxima!

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TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O PERÍODO DE TRANSIÇÃO – COMEÇANDO AGORA

Por qual transição você está passando neste momento?

Faz tempo que nada muda para você?

As coisas estão mudando demais?

E a coragem para aquele projeto antigo, já chegou?

O que você está esperando para iniciá-lo agora?

O que faz as pessoas mudarem? Ignorando completamente os fatores externos extremos, o que faz de fato, internamente alguém sentir que já não está onde deve/quer estar?

Tomara que seja a insatisfação. O que faz você querer mudar?

Há quem diga que não se pode começar a subir antes de chegar ao fundo do poço, e, que tudo que está ruim pode ainda piorar. É algo que costumo concordar. Nós nunca chegamos aos extremos. Por mais abrangente que seja a sua visão sobre o fracasso ou a vitória, você nunca conseguirá imaginar nenhum dos dois lados, porque ambos podem se estender e mudar de lugar.

O que muda é o seu limite. Esse varia bastante conforme você vai vivendo. Coisas que antes você não aceitava, agora costuma aceitar. Coisas que aceitava, agora não aceita mais. Seus hábitos mudaram, sua vida muda todos os dias.

Até que chega aquele momento em que você sente que não quer estar mais onde você está. Uma insatisfação de origem duvidosa toma conta de você, tudo tem que trocar de lugar, de preferência, imediatamente.

O MEDO

Ele vai vir que nem um doido querendo te impedir de seguir em frente. Ele deixa você meio paralisado, estagnado. Mas mente parada é aquela coisa: está sempre pronta para voltar ao habitual, porque mudar seria cansativo demais.

Algumas vezes, o medo só serve para você não ouvi-lo.

AS BARREIRAS

O caminho novo pode ser realmente uma caixinha de surpresas, mas não existe barreira maior na sua vida do que a sua própria mente. Você é programado naturalmente para sempre procurar segurança, e que maior segurança do que o lugar que já se conhece?

Tudo o que você conhece já foi estranho um dia, mesmo que no início tenha sido difícil para assimilar, em algum momento tornou-se extremamente familiar e pasme, fácil de realizar.

Porque agora seria diferente?

A OPINIÃO DOS OUTROS

Quem nunca se importou com o que os outros pensam e falam, que atire a primeira pedra. Você com certeza tem aquela pessoa (ou aquelas), que você sente que tem alguma responsabilidade ou aliança que não deve ser ameaçada pelas suas vontades individuais.

Como diziam velhos sábios, uma alma infeliz e que não se ama é incapaz de amor o outro, muito menos fazê-lo feliz. 

O outro é a desculpa mais “benevolente” e “egoísta” que você pode usar para justificar sua posição.

No fundo você sabe que suas decisões só dependem de você.

AS SURPRESAS DO INÍCIO DESTE NOVO CAMINHO

Começar este trajeto novo vai ser cansativo para você. Vai dar saudades de tudo o que é conhecido, que bom. Significa que você amou pertencer àquele lugar. Agora é um momento para você amar pertencer à outro lugar.

Provavelmente você vai se espantar com as pessoas que surgiram para iluminar e te ajudar nesse novo caminho, talvez sentirá saudades das que estão partindo porque será a última vez que as verá tão de perto.

Sua alma com certeza vai se encher de um sabor diferente, nessa vibe de sentir-se vivo.

UM NOVO CAMINHO

Um mar de descobertas vai se abrir diante de você. O mundo voltará a ser um mistério como foi cada vez que você começou de novo. Uma força nova surgirá dentro de você, simplesmente porque agora há outras coisas pelo que lutar.

O melhor de tudo é que você estará num novo lugar, com novas pessoas e situações, descobrindo quem é esse novo você.

Aproveite-o e aprenda com ele a desbravar o novo mundo, o qual você acabou de encontrar e está desvendando.

SE NO MEIO DA ESTRADA VIER UMA CHUVA…

Não esqueça daquela velha ideia de que todos os seus piores dias você já conseguiu passar, não pense em parar agora. Eu desejo à você muita luz em todos os novos caminhos, de todas as novas vidas que seu coração desejar vivenciar.

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Se ela cansar, ela vai embora sem titubear

Provavelmente você a subestimou. Ela chegou, sentou no ambiente e observou. Passaram algumas horas, estranhos se aproximaram e ela se soltou. Você não tinha percebido que ela estava ali antes da primeira gargalhada, da primeira gíria, das palavras cruzadas, do jeito escancarado dela.

Ela parecia tão invisível há vinte minutos atrás, agora, a sala inteira olha e se diverte com ela. Ela continua olhando para todos ao redor, mas não como te olha. Você não sabe o que esse olhar quer dizer, mas sente a intenção diferente dela.

Cinco minutos depois vocês já estão íntimos, conectados. Parece que a vida inteira vocês tinham compartilhado (nessas duas horas passadas, ou, pela vida inteira via cosmos). Ela é o tipo de garota que sabe se comportar, mas não se importa, porque usa as asas como guia. Ela é livre. Deixa todos livre em volta dela, pois gosta de sentir-se assim também.

Mas por um momento você sente que ela é sua. E ela é. Naquele momento, todos as moléculas do corpo dela estão direcionadas para você. A garota é tão intensa, que nas duas semanas que passaram te fez sentir que estava apaixonado.

Aí ela te abraçou e eternizou na alma dela o teu abraço. Passaram alguns dias, você sentia que estava com ela nas mãos, ela, sem perceber sua ambição, esqueceu de te avisar: mal tinha chego, já estava voando.

Essa mulher é assim. Ela te faz sentir amado, porque te ama de verdade. O amor dela é forte, te protege, te acolhe. Então, quando ela sente que está na hora de ir embora, não avisa ninguém que vai voar.

E voa. Para outro ambiente, para outro lugar. Abraçando as almas estranhas que estão distraídas. É uma mulher, mas também é uma pássara. Canta de manhã, dança a tarde inteira, à noite, ela senta na beira da janela e conversa com a lua cheia.

Você vai sentir saudade dela. Saudade de como ela te olhava.

Pássaras que estão longe do seu lar se cansam de esperar a estação mudar, saem voando, deixando os beijos nos amores que conseguiram vivenciar. Ela vai embora porque não se sente em casa, quem sabe um dia ela acha seu ninho e você possa a visitar.

Abraçar, beijar, conversar e descobrir que ela só mudou de lugar.

Seu novo lar tem amoras. E sorrisos. Pôr do sol na beira do rio.

Alguém que olha ela, como ela te olhou desde o primeiro dia.

Aí você vai lembrar como é ser amado por ela.

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Acorda porque a INSPIRAÇÃO não cai do céu

Olá queridas e queridos seguidores, curiosos e xeretas, como vocês estão?

Sinto decepcionar vocês neste começo de semana, mas é isso mesmo: A INSPIRAÇÃO NÃO VAI CAIR DO CÉU. Para nada na sua vida. A vida é uma constante aprendizado de como sair dos problemas, como empreender medidas novas para mudar os rumos do que você vem vivendo.

É assim para todos nós, se você para de inovar, você estagna. Se você se acomoda, sua vida pára. Não existe nada pior do que uma vida vazia de sentido. Seja lá o que você pretende fazer da sua vida, saiba que essa coisa ou essas coisas vão demandar iniciativa de você.

Se você quer comprar alguma coisa, você vai precisar de dinheiro, pra ganhar dinheiro você vai precisar trabalhar, pra trabalhar você vai precisar ter alguma habilidade, pra ter alguma habilidade você vai precisar praticar, pra praticar você vai precisar ter acesso à prática, pra ter acesso à pratica você vai precisar ter conhecimento de onde ela vem e assim sucessiva e infinitamente.

Para cada coisa que você vai fazer na sua vida é necessário que você tenha criatividade para imaginar como aquela coisa vai surgir, onde ela está ou de onde ela vem.

A criatividade é um exercício constante de atenção e prática. Ou seja, nada é inspirado por acaso. Para ter inspiração você precisa observar e agir muito. Tem gente que acredita que a inspiração cai do céu, geralmente esses estão sentados em algum lugar esperando que ela chegue.

Já outros, como eu, acreditam que para haver inspiração é necessário estar muito acordado, bem acordado mesmo, com disposição para poder enxergar novas possibilidades onde inicialmente não se via.

Você é um poço de criatividade meu caro amigo, mas para a criatividade fluir em você, é necessário acessar formas para ajudá-la a chegar até você e ao seu cérebro. Qualquer coisa que você queira fazer nesse mundo: escrever um livro, um blog, uma música, montar um guarda roupa, fazer comida, contar um fato, arrumar uma cama, limpar a casa, todas as nossas atividades precisam de criatividade para ter sucesso.

Sabe quando alguém faz muito uma coisa e consegue criar formas de simplificar aquilo porque de tanto praticar já alcançou a excelência e sabe o que pode ser facilitado ou não no processo?

Tipo receita de bolo: não coloque o recheio no meio da massa antes de assar o bolo, se não, vai dar ruim.

É a mesma coisa no exercício de criatividade, não adianta acreditar que a inspiração cai do céu. Ela vem atrás de você quando você corre atrás dela. Eu vou dar umas dicas mais para frente sobre isso, mas espero que esse alerta tenha te feito questionar tua postura, um pouquinho, sobre isso.

Agradeço de coração a sua companhia e logo volto com novas dicas sobre “como criar” para você. Um beijo e um abraço, até a próxima!

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éramos nós

Sua ausência me dá arrepios.
Eu fecho os olhos e posso sentir cada partícula de nós se desfazendo no ar.
Cada abraço se desfazendo em câmera lenta.
Sinto seu cheiro, ouço sua voz.
O fantasma que se disfarça toda noite de você.

Éramos nós
Laço apertado
Éramos nós
Corações entregados
Éramos nós
Amarração forte
Éramos nós
Conexão, suporte
Éramos nós

O mundo parou e a vida andou.
A sua.
Vi pelos meus olhos passarem seus melhores, piores momentos.
No instante seguinte você estava caminhando para a sorte.
Eu, para a guerra.
Nada consegue apagar o vazio que eu sinto ao lembrar que éramos nós 
agora é você, sou eu.
Anti laços, macabros danos de um ex amor 
que não parou de amar.
E nem vai.

Éramos nós.
Apertados.
Agora é você.
E ela. 
Vocês.
E eu.
Assistindo de camarote nossos nós desatarem.
E ver as coisas mudarem, sem levar o frio que você deixou escapar
transferiu pra mim.

 

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Rótulos: a música que me aproxima de você

Olá queridas e queridos leitores, seguidores e xeretas. Como você estão? Tomara que todos estejam bem!

Primeiramente, este texto não tem por objetivo criticar os gêneros de música, até porque, quem conhece um pouco de música, sabe que os gêneros são geralmente definidos a partir dos arranjos, da harmonia, ou da produção do “toquinho” da música, para ajudar (e muito) na hora da composição.

Enfim, enfim.

Todos os estilos musicais tem uma cara, porque são fruto do homem e sua expressão, a partir de suas vivências em determinado momento. A música traz consigo, assim como qualquer outra arte, o momento histórico impresso nitidamente em sua forma.

Partindo dessa ideia, é importante perceber que muitas pessoas se identificam com os gêneros musicais por tudo o que eles representam. É aquela velha história que venho dizendo ao longo dessa série: a sensação de pertencimento, identificação, empatia, admiração. Tudo isso entra na arte. Além é claro, da magia.

Muitas pessoas “elitizam” algum estilo musical justamente por isso, ele vem de uma camada social que muitas vezes difere dos gêneros mais populares (óooh). Porém, gostar de um gênero não significa que você concorda ou discorda do povo que o criou como livre forma de expressão.

A partir da expressão do outro na obra, na música, há grande possibilidade de identificação. Independentemente de onde ou de quem você seja. 

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Obviamente dentre os estilos musicais existem características marcantes, que o definem de alguma forma. Tem gênero que é mais politizado, mais crítico e tem estilo que é mais dançante e até que só serve de chiclete. Não tem mal nenhum nisso, pelo contrário, esse fato traz a possibilidade de se experimentar a música em diferentes momentos.

Associo a música à uma conversa. Há momentos e conversas que você fala sobre coisas sérias e importantes, há momentos em que você só quer falar besteira, ou não falar nada.

marilyn

aceita

Esse negócio de que há gêneros mais politizados é uma besteira (é isso mesmo, esse povo que acha que Rock é o único gênero rebelde e problematizador, acorda migos). Expressar-se é um ato político. Ouve um disco de RAP e um de Funk, você pode odiar os termos, mas esses ritmos tem a identidade de um grupo. Ao invés de criticar, devíamos conhecer e saber o porquê ele é assim. E mais, se este grupo apresenta características que alguém considera não adequada devíamos entrar na questão:

O problema são eles ou as normas estabelecidas por você ou pela “sociedade”? 

O gosto musical de ninguém define o nível de cultura dessa pessoa. Pelo contrário, quanto mais tolerante essa pessoa é, provavelmente, maior é seu acesso à diferentes culturas. Gostar de um gênero específico não significa que eles seja melhor que os outros, apenas diferente.

quadradinho

ensinando o quadradinho desde 1996

Esse post serve para aqueles que tem vergonha de gostar de algum gênero ou artista específico: não tenha vergonha! Curte sua música e os outros, que falem o que quiserem, né?!

Além disso, a música conecta. Quantos amigos novos você pode fazer por se permitir gostar de determinada música e sentir as vibrações e loucuras dela? Muitos! Tô torcendo para vocês virarem um grupo híbrido, me chama!

Obrigada pela companhia e voltem mais vezes aqui. Beijinhos, até a próxima!